uma galeria informal

dedicado a instalações temporárias, de temática livre, nosso corredor recebe trabalhos de arte contemporânea de artistas variados

corredor

os artistas interessados em participar do Corredor do Maní podem enviar projetos para instalações temporárias, com temática livre, que serão selecionados por uma curadoria nomeada pelo restaurante. ao passar pelo corredor, o público já tem um contato privilegiado com o trabalho dos chefs e equipe –através de janelas abertas para a cozinha. o projeto artístico amplia essa experiência, com possibilidade para instalações audiovisuais, cenográficas e também em linguagens tradicionais, como pintura, escultura e fotografia.

os artistas interessados devem enviar seus currículos e portfólios, em até três folhas A4 ou PDF, para o email mani@manimanioca.com.br, nos meses de junho e outubro. três artistas pré-selecionados serão convidados para uma conversa com a curadoria e visita técnica ao local, onde será disponibilizada a planta baixa com vistas e cortes do corredor em PDF (o corredor tem 14 m de comprimento, 2,30 m de largura e 2,45 m de pé direito).

após essa visita, cada um dos artistas deverá apresentar um esboço ou pré-projeto de sua ideia, e, a partir do recebimento, será escolhido um dos trabalhos para ser realizado. a execução dos trabalhos deverá acontecer dentro do período máximo de uma semana, nos horários em que o restaurante se encontra fechado para clientes (segunda, das 8h às 19h; terça, quarta e quinta, da 0h às 7h; segunda, das 8h às 19h).

o Maní se responsabiliza pelos custos dos materiais utilizados na instalação, e o artista conta com a divulgação feita pela assessoria de imprensa do restaurante, que depende de um breve texto de apresentação de sua proposta junto a um CV/portfólio resumido. o trabalho ficará exposto por seis meses.

 

marina baggio
luisa-matsushita
helena-rizzo
Caca-Fonseca-1
Caca-Fonseca-2
Caca-Fonseca-3
Caca-Fonseca-6

a edição atual do corredor, renovada no fim de janeiro, foi feita pela artista Marina Baggio. ela se inspirou na padronagem das rendas, como uma maneira de valorizar o trabalho das milhares de mulheres rendeiras brasileiras que mantêm viva essa arte tão delicada e feminina. à semelhança das rendeiras, que precisam de muito tempo e paciência para fazer suas peças, Marina levou mais de 80 horas para desenhar a mão as paredes e o teto todo do corredor. nos padrões, há pétalas e folhagens brasileiras de bananeira, mandioca, costela-de-adão e cacau em três cores: marrom [“para resgatar raízes e essência brasileira, chamando para a terra”], azul claro [“em referência ao mar, ao litoral; onde as rendas são feitas”] e branco [“em referência direta às rendas”].

o corredor anterior foi feito por Luisa Matsushita. os desenhos, coloridos e de formas não-geométricas, se refletiam na parede “espelhada” e “amassada” do lado oposto, desconstruídos. em edições passadas, o Corredor do Maní já recebeu o trabalho de:

Cacá Fonseca • Clarissa Motta Nunes  •  Flávia Renault e Patrícia Sper  •  Francio de Holanda  •  Ivone Bins  •  Luca Schiller  •  Rita Wainer  •  Silvana Melo

luisa-matsushita
helena-rizzo
Clarissa-Mota-nunes-1
Clarissa Mota Nunes
Clarissa-Mota-Nunes-2
Clarissa Mota Nunes
Flavia-Renault
Flavia Renault
Francio-de-Holanda-1
Francio de Holanda
Ivone-Bins-3
Ivone Bins
Luca-Schiller-1
Luca Schiller
Luca-Schiller-2
Luca Schiller